Alguém me olha de cima, e eu, olho-o a ele de cima também. Tal e qual uma cadeia. Estamos a ser julgados por aquilo que fazemos ou dizemos. Somos autênticas personagens de um videojogo, somos controlados e dizem-nos quando devemos parar. Conseguem ver aquilo porque queremos morrer. Os actos que nos levam a matar alguém. No fundo, pertencemos a uma peça de marionetas. Sem emoções, onde as consequências não são mais do que meras partidas da nossa consciência.
No final, queremos fugir. Relembrar o que fizemos. Porém, será inútil perante tal força.
Alguém me continua a olhar de cima. Continua a dizer o que devo ou não fazer, pensar e falar. Continuo também a olhá-lo de cima. Mas agora, a cadeia foi interrompida. Ele não faz mais parte deste videojogo, desta peça de marionetas a que se viu preso. A partir de hoje é ele quem decide o seu próprio videojogo, a sua própria trama. Tornou-se autónomo perante as suas acções, e eu, infelizmente, não posso nem consigo ser assim. E porquê? Sinceramente não sei, mas por alguma razão estou aqui, e talvez seja essa a resposta por não conseguir tornar-me independente, e também, indiferente àquilo que me envolve.
No final, queremos fugir. Relembrar o que fizemos. Porém, será inútil perante tal força.
Alguém me continua a olhar de cima. Continua a dizer o que devo ou não fazer, pensar e falar. Continuo também a olhá-lo de cima. Mas agora, a cadeia foi interrompida. Ele não faz mais parte deste videojogo, desta peça de marionetas a que se viu preso. A partir de hoje é ele quem decide o seu próprio videojogo, a sua própria trama. Tornou-se autónomo perante as suas acções, e eu, infelizmente, não posso nem consigo ser assim. E porquê? Sinceramente não sei, mas por alguma razão estou aqui, e talvez seja essa a resposta por não conseguir tornar-me independente, e também, indiferente àquilo que me envolve.
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